Torneiras Bitcoins

Qual o problema na minha estratégia?

Antes de mais nada, tenho 22 anos com renda mensal (só meu salário) de aproximadamente R$ X mil e sou um completo iniciante nessa área. Tudo que estou fazendo por enquanto é com valores que eu posso arcar sem problemas. Não estou seguindo nenhum padrão ou estratégia vista em algum lugar, tudo que estou fazendo é a partir de conclusões que eu mesmo tirei com esta pouca experiência que tenho.
Basicamente estou vendendo e comprando Bitcoin constantemente para ganhar na variação a curto prazo. Nesses últimos meses o Bitcoin vem variando bastante entre U$ 6800 e U$7500. O que estou fazendo é comprar em um período de "baixa" considerando as últimas 4 ou 5 horas e vendendo quando atinge um certo ganho. Se subir, por exemplo nos próximos minutos 0.5% eu já vendo (a não ser que estava muito abaixo, ai eu seguro mais um tempo). Se houver uma queda, eu simplesmente faço HOLD até subir. Em 1 mês (fazendo esses trades em média 2 dias por semana) tive um aumento de 6% do meu valor inicial.
O meu objetivo inicial era: apenas manter uma porcentagem de meus capitais em Bitcoin (5% ~ 10%) para o longo prazo. Então, o que meu chamou atenção nessa estratégia foi: como estou apostando no longo prazo, não vejo por que não fazer esses trades momentâneos para tirar vantagem da flutuação, sendo que se eu fizer uma compra e o valor cair muito, eu já estava em mente em fazer um HOLD a longo prazo, então não vejo uma forma de perder dinheiro fazendo isso (a não ser que o Bitcoin desvalorize a longo prazo, mas considerando isso eu ia perder no hold de qualquer forma).
Então, no final das contas o que eu estou considerando é:
Esses seriam o meu foco, sem contar os outros investimentos como forma de diversificação, como grandes nacionais/internacionais de outros setores ou até mesmo altcoins.
E a ajuda que eu preciso é justamente para identificar os pontos falhos na minha estratégia (considerando só a parte do Bitcoin, mas também gostaria de ouvir sobre o todo). O que eu consegui enxergar até agora é:
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Exchange de bitcoin "vira" Banco

A BitcoinToYou, exchange brasileira de moedas virtuais, investiu para ampliar seu leque de serviços, agora operando também como uma empresa de serviços bancários.
A mudança ocorreu após a companhia, fundada em 2013, firmou uma parceria com a Real Bit Investiments, mineradora norte-americana de Bitcoins, para ganhar liquidez financeira e, assim agregar funcionalidades como quitação de contas, boletos, transferências e recarga de celular.
Inicialmente, a companhia atuava convertendo a moeda digital para dinheiro físico, além de administrar a carteira de clientes online. De acordo com a companhia, em dois anos de mercado foram somados cerca de 10 mil clientes. A empresa lança em julho seu novo portal e um aplicativo para os usuários comprarem e venderem a moeda via smartphone. O app facilita a compra, venda e administração da carteira online, com a possibilidade de realizar pagamentos diretamente pelo celular.
"Com a oferta de recursos que antes só eram oferecidos pelos bancos, temos a expectativa de alcançarmos 50 mil clientes em mais um ano", afirma André Hora, diretor da BitcoinToYou.
Com os investimentos da mineradora – que possui datacenters para produção de Bitcoins nos Estados Unidos e China –, a companhia terá ganhos em volume operacional, o que viabiliza os serviços de pagamentos e transferências pela internet, com tarifas inferiores aos bancos tradicionais.
"Os clientes questionavam se era possível pagar boletos com o Bitcoin, fazer recarga de celular ou enviar e receber pagamentos por e-mail como é feito com o PayPal, daí surgiu a necessidade de atualizarmos a plataforma para prover estes recursos, que começam agora em julho", completa o executivo.
A fusão também permite a compra do Bitcoin por uma cotação abaixo da oferecida no mercado nacional. Atualmente, o Bitcoin é vendido por cerca de R$ 800 no país.
Outra novidade é um cartão de débito da BitcoinToYou, previsto para ser lançado ainda este ano. “Com ele, a pessoa poderá fazer compras em qualquer estabelecimento com o Bitcoin, já que fazemos a conversão automática para reais”, detalha o diretor da exchange.
O objetivo do investimento da mineradora americana é alavancar a operação da companhia e torná-la a maior da área no Brasil. Com nova sede em São Paulo e quatro agências físicas – Belo Horizonte, Curitiba, Porto Alegre e Brasília – a BitcoinToYou espera ganhar projeção internacional com a fusão.
“Faremos uma série de novos aportes ainda esse ano para ampliar a operação da empresa para outras regiões do país e para o exterior”, informa Bernardo Schucman, CEO da Real Bit Investiments.
Segundo Horta, depois do boom seguido do período turbulento que a moeda passou em 2014, em função de problemas em exchanges como o caso da japosesa Mt. Gox, a moeda está em um momento de estabilização, retomando o crescimento de forma mais racional.
"Bitcoin deixou de ser utilizado para compras ilícitas e está se tornando uma moeda de troca de produtos em vários sites, como Microsoft e Dell. Além disso, bancos de todo os mundo estão fazendo experimentos com o Bitcoin para poderem utilizá-lo, é o caso do banco americano Bank of America, Santander e UBS", finaliza o executivo.
Fonte baguete.com.br
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O Bitcoin entra na real *Valor Econômico*

A ideia de romper fronteiras entre o mundo digital e o físico permeia enredos de ficção científica há décadas. Mas e se o mundo real começar, de verdade, a ficar mais virtual? É uma façanha que, parece, o bitcoin (BTC) tem conseguido levar adiante, mesmo após as turbulências dos últimos meses, que colocam em xeque o futuro do dinheiro virtual.
O Brasil já conta com 51 estabelecimentos, entre bares, pousadas, restaurantes, lojas e até uma clínica de cirurgia plástica, que, além de reais, recebem também dinheiro virtual. Em um mês esse número quase dobrou: em fevereiro, segundo o serviço CoinMap, que mapeia os lugares nos quais se pode usar BTC como pagamento, o país contava com 27 pontos.
Na América Latina, o Brasil não é o maior mercado. A Argentina exibe 107 estabelecimentos. E, no mundo todo, já são 3,6 mil, de acordo com o CoinMap, o que representa um crescimento de 38% em relação a fevereiro.
De acordo com estimativas da "exchange" brasileira BitInvest, que faz a intermediação de troca de reais por bitcoins, o mercado doméstico já movimenta R$ 20 milhões por mês, em cerca de 400 mil transações. "A maior parte dos negócios se concentra nas exchanges, mas há ainda negociações diretas entre usuários", afirma Flavio Prippas, sócio da BitInvest, que tem no currículo passagem pelo banco americano JP Morgan, como diretor de tecnologia.
Ainda concentrado, o mercado brasileiro conta com três principais exchanges. A mais antiga do país, o Mercado Bitcoin, existe desde 2011 e movimenta sozinha R$ 8 milhões por mês, segundo Rodrigo Batista, sócio da casa de câmbio digital e ex-executivo do banco americano Morgan Stanley. "A imensa maioria dos clientes faz investimentos pequenos, entre R$ 500 e R$ 1.000", diz.
O crescimento do interesse pelo bitcoin ganhou impulso, principalmente, após declaração do ex-presidente do Federal Reserve (Fed, o banco central americano), Ben Bernanke, que foi vista pelo mercado como uma espécie de benção cautelosa ao sistema. Ainda no cargo, Bernanke chamou as "moedas virtuais", como classificou essas inovações, de "uma promessa de longo prazo".
A opinião do comandante da autoridade monetária dos EUA, divulgada em novembro de 2013, deflagrou uma espécie de corrida especulativa ao ouro digital, que levou o bitcoin a acumular valorização de mais de 5.000% no ano passado.
A alta alavancada pela especulação colocou os bitcoins no radar de investidores e de um número crescente de empresas, que passaram a aceitar o dinheiro virtual como alternativa de recebimento por serviços ou produtos. Especialistas, no entanto, alertam para os riscos embutidos nesse tipo de operação. "Ninguém consegue dizer qual valor real o bitcoin vai ter no futuro. Não há nenhuma base", resume o professor de finanças do Insper, Michel Viriato.
A visibilidade acabou expondo a face perigosa da moeda digital, que não tem supervisão de nenhum banco central ou ainda distribuição controlada. A valorização atraiu a atenção de cyber criminosos, que levaram ao fechamento em 25 de fevereiro da maior bolsa de negociações mundial de bitcoins, a japonesa MTGox, que gerou prejuízo de quase US$ 500 milhões e a perda de 750 mil bitcoins. Outro baque veio com o encerramento da canadense Flexcoin, em 4 de março, após um roubo de 896 bitcoins ou US$ 600 mil.
Os problemas trouxeram à tona os riscos de um mercado não regulado, sujeito a manipulação e com brechas de segurança, ameaçando o futuro do dinheiro virtual. Autoridades no mundo todo, inclusive o banco central brasileiro, já alertaram que estão de olho na evolução do uso dessas moedas, apesar de minimizarem o risco que representam ao sistema financeiro (leia mais na página D3). Ainda assim, o Bitcoin continua a ganhar adeptos no mundo real. E não apenas pessoas físicas, mas cada vez mais empresas passam a usar a moeda digital.
Desde janeiro, a loja paulistana Pallas, que vende roupas íntimas e de ginástica femininas, recebe pagamentos em bitcoins. Segundo Abelardo Bias Sobrinho, sócio do empreendimento, a opção pela moeda digital surgiu por dois motivos distintos. "Com o bitcoin podemos escapar das taxas de bancos e das operadoras de cartão de crédito e débito. Também tem a questão da segurança, porque somos um ponto de rua e já fomos assaltados, e dinheiro em papel é mais fácil ser roubado", afirma.
Apesar de oferecer há três meses a opção de pagamento, a loja ainda não recebeu nenhum pagamento com o dinheiro virtual. "Temos recebido muitas consultas, mas quem tem carteira com bitcoins prefere segurar de olho na valorização nos últimos meses", diz o sócio da Pallas.
Um dos primeiros estabelecimentos a aceitar bitcoins no país, o bar e oficina de bicicletas Las Magrelas, de São Paulo, já recebeu sete pagamentos na moeda digital. "A gente começou a aceitar a moeda digital em junho do ano passado. Foi uma maneira de driblar a taxação das instituições financeiras e também de atrair um público mais ligado à tecnologia", afirma Rafael Rodo, sócio do empreendimento.
A pousada Kyrios, em São Sebastião, no litoral norte paulista, já conta um ano desde que passou a aceitar o bitcoin. De acordo com Maria Fátima Regina de Moura, dona da hospedagem, "as consultas para estadias com pagamento em moeda digital aumentaram muito a partir do fim do ano passado". Hoje representam 5% dos pedidos por informações de reservas. Como a volatilidade do bitcoin é muito alta, a pousada optou por converter o valor da diária em dólares e depois em BTC, de acordo com a cotação do dia.
Novata no território das moedas digitais, a clínica estética Renova Pele, de Jundiaí, no interior de São Paulo, aderiu ao bitcoin há pouco mais de duas semanas. Paulo Martin, 40 anos, cirurgião plástico associado ao estabelecimento, conta que a valorização do dinheiro virtual no fim de 2013 foi decisiva para sua aceitação como meio de pagamento. "A moeda já subiu muito de valor e esperamos que tenha atingido um patamar mais sólido para as pessoas poderem usar como forma de pagamento", diz. Segundo o profissional, qualquer serviço da clínica pode ser pago com bitcoin, até mesmo cirurgias plásticas e aplicações de botox.
A ligação de Martin com a moeda virtual vai além do lado profissional. "Estou comprando e guardando bitcoins numa carteira virtual como investimento", conta o cirurgião, que começou a aplicar em BTC em novembro. "Já consegui um bom ganho", diz, sem revelar a valorização.
Embora a possibilidade de valorização seja sedutora, há usuários que veem outros atrativos na moeda digital. O empresário Marco Gomes, 27 anos, declara-se um entusiasta do bitcoin. "Já fiz micropagamento de conteúdo de centavos de dólar em sites americanos e até doações para ONGs internacionais sem pagar nenhuma taxa de cartão", conta. Embora reconheça a possibilidade de ganho com valorização, Gomes não recomenda a aquisição de bitcoins como investimento. "Para mim o valor está no uso em transferências internacionais, como meio de pagamento e micropagamentos."
Já o professor de inglês Leandro Torricelli, de 28 anos, que montou uma carteira de bitcoins no fim de 2013, tem uma meta específica para o uso da moeda digital. "Quero guardar para uma viagem à Europa porque o exterior tem muitos lugares que aceitam. Para quem gosta de viajar é ótimo, porque não precisar fazer câmbio e pode pagar diretamente sem ter de converter o dinheiro", diz.
Fonte Valor Economico
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Equívocos comuns sobre o bitcoin - Guia para jornalistas:

quívocos comuns sobre Bitcoin - Um Guia para Jornalistas [tradução]
Embora o problema agora seja consideravelmente menor do que foi a um ano atrás, uma quantidade significante de desinformados sobre o Bitcoin continuam a aparecer ao redor da internet. Parte do problema é o conceito de que o Bitcoin não é nada parecido com qualquer coisa vista antes; moedas decentralizadas que não tem presença offline não eram exatamente algo do senso comum antes do Bitcoin aparecer. Bitcoin é tambem incomum pois é um assunto meio high-tech mas com consequências fora do mundo da tecnologia, levando jornalistas sem preparo a falar coisas absurdas como associar o Bitcoin a universidade de tecnologia MIT nos EUA só por causa da licença de uso. Na verdade a "MIT license" usada pelo bitcoin não fala nada mais do que, qualquer pessoa tem o direito de usar livremente, modificar e distribuir o software e isso tem tanto a ver com o MIT quanto os "Algorismos indo-arábicos" tem a ver com a Al Qaeda, os governos da Siria e o Iran.
Outra questão é que é desejável escrever uma história interessante; uma história sobre um empresário de terno e gravata usando Bitcoin de forma rápida e barata para movimentar dinheiro através de fronteiras internacionais é muito menos provável para gerar visitas ao seu site do que um "site subterrâneo onde você pode comprar qualquer droga e arma imaginável". Assim, a tendência natural existe em favor desta última sobre a primeira.
Grandes players da midia falam que os Bitcoins se espalharam como memes e isso só serve pra agravar o problema. Por exemplo, depois que o Financial Post alegou em 8 de junho que "Europeus estão movendo seu dinheiro para fora dos bancos e comprando tudo em Bitcoins", com uma onda de artigos seguintes sobre o mesmo assunto. Em junho de 2011, a Business Insider, postou um artigo baseado no artigo do Financial Post alegando que a mesma coisa e a Betabeat e varios outros sites seguiram sua opinião. Um desses sites por sua vez catapultou a história para o Slashdot e a ZDNet e a Daily Finance fizeram seus artigos em seguida. Na verdade, entretanto, a história de investidores indo de Euro pra Bitcoins em massa foi groceiramente exagerada - Amir Taaki reportou que "a única coisa que aconteceu é que euro cresceu no preço em relação ao dolar, ligeiramente"
Mesmo em caso de histórias que são essencialmente verdadeiras, o efeito de distorção ainda pode se manifestar; quando o Bitcoin Central anunciou que firmou parceria com uma instituição financeira na frança, a afirmação errônea foi que o Bitcoin Central tinha sido licenciado como um provedor de serviços de pagamento ao invés de simplesmente firmar parceria com uma instituição existente foi tão rapidamente copiada na internet que o Bitcoin Central teve que soltar uma nota esclarecendo os fatos.
Os topicos seguintes são esclarecimentos sobre os maiores erros que foram noticiados dentro de um ano e meio:
  1. Bitcoin não tem uma central ou uma organização ou uma autoridade por trás; Esse recurso do Bitcoin é o menos entendido pelas pessoas que são novas para a moeda, e talvez a mais difícil de entrar na cabeça das pessoas. Um recente artigo da Occupy Corporatism tropeçou nesse erro consideravelmente, fazendo afirmações como "Bitcoin ganhou o status de um prestador de serviços de pagamento e agora o Bitcoin tem um número de identificação bancária internacional". Embora a comunidade Bitcoin inclua organizações como Bitcoin Foundation e Bitcoin Central, nenhum destes são autoridades centrais com poder sobre o Bitcoin como um todo. Bitcoin Central é apenas um mercado de bitcoin dentre centenas de outros e nem é o maior deles.A Fundação Bitcoin é simplesmente uma organização composta de membros altamente respeitados na comunidade Bitcoin e desenvolvedores de partes importantes do software cliente do Bitcoin. Qualquer um poderia criar sua própria exchange e sua própria fundação e tomar esses títulos. Em vez de pensar Bitcoin como um produto lançado por uma empresa tradicional, é mais apropriado pensar nisso como uma mercadoria auto-sustentável digital, semelhante ao ouro. Tem uma indústria extensa e saudável que fornece produtos e serviços baseados em torno dele, e ele tem o seu próprio negócio e organizações que o defendem, mas não há uma "Gold Corporation Central". As bases de dados que mostram endereços Bitcoin com um saldo de bitcoins são todos coletivamente geridos pela rede, usando uma rede peer-to-peer, de forma semelhante às redes usadas por serviços de compartilhamento de arquivos.
  2. O preço do Bitcoin NÃO, repito, NÃO caiu para US$0,01 em junho de 2011. A história por trás desse mito é um evento em junho de 2011 quando um administrador de contas do MtGox, um dos mercados de compra e venda de bitcoin, que tem quase 80% do market share [volume de compras e vendas da rede], foi hackeado, e o atacante manipulou o banco de dados do MtGox criando um balanço de 20 milhões de bitcoins na sua conta e imediatamente vendeu tudo 'à preço de mercado' e consumiu todas as ordens de venda do MtGox dos meses anteriores, indo de 17,50 a $0,01. Entretando, o que aconteceu foi que o preço de $0,01 não era o preço do Bitcoin mas sim o preço representado no MtGox. Um preço é, por definição, um valor em um mercado para algo que está sendo comprado e vendido em um determinado momento. Neste caso, entretanto, MtGox "voltou" (fez um 'rollback' ) em todas as transações que foram executadas durante esse evento, então nenhuma compra ou venda foi feita a menos que $10. Os gráficos de preço do MtGox não mostram essas transações falsas (que foram estornadas) ocorridas neste dia. Além do atacante, nenhum ser humano esteve, em nenhum momento, disposto a vender bitcoins em algo próximo a US$ 0,01 - os pedidos que foram processados ​​foram todos feitos semanas e meses antes do evento e em todas as outras bolsas, exceto a MtGox, o preço permaneceu estável entre $13 e $18. E, mais importante de tudo, os 2 milhões que foram vendidos não eram mesmo bitcoins 'reais' - eram simplesmente entradas fraudulentas no banco de dados do MtGox. Embora seja compreensível que alguns podem interpretar o evento como o preço caindo para $0,01, apontar para este incidente como um sinal de instabilidade no preço do Bitcoin é hipocrisia - a causa foi um acidente de segurança de um serviço de terceiros, e não uma perda repentina da confiança na moeda. Aliás, se o hack do MtGox conta como o preço Bitcoin caindo para $0,01 centavos, devemos contar a história menos conhecida com o preço do Bitcoin chegando a US$ 1 bilhão.
  3. Bitcoin em si nunca foi falsificado ou hackeado. Uma série de artigos nesse último um ano e meio saíram com alegações triunfantes proclamando "Bitcoin hackeado", ou algo similar, na manchete, e recentemente um artigo do Washington Post afirmou que, no futuro, haveria contrabando de "falsas moedas digitais". Infelizmente, a reputação da segurança do Bitcoin foi afetada negativamente como resultado. Na realidade, porém, histórias sobre Bitcoin ser hackeado são simplesmente instâncias do equívoco de se achar que existe uma autoridade central manifestando-se mais uma vez. O protocolo Bitcoin em si e os vários serviços que foram acumulados pela economia Bitcoin são duas coisas completamente diferentes; dizer que o bitcoin foi hackeado quando a vítima real foi um dos serviços é como dizer que o dólar dos EUA foi hackeado quando os criminosos conseguiram roubar $ 10 milhões por estourar caixas eletrônicos. Aliás, o dólar dos EUA em si foi "hackeado", uma grande parte da receita da Coréia do Norte provêm de notas de 100 falsificadas, o protocolo Bitcoin, por outro lado, não teve quaisquer falhas de segurança significativas. Houve alguns incidentes menores envolvendo métodos de se trabalhar com Bitcoin que são conhecidamente inseguros, mas o alcance destes ataques são muito limitados, e os usuários e as empresas não estão e nem estiveram vulneráveis. Por causa do algoritmo do Bitcoin permitir somente 21 milhões de 'moedas' na economia, 'falsificar' novos Bitcoins é impossível. As bases criptográficas e as algoritmos por trás do Bitcoin provaram ser sólidos como uma rocha e o fato de ninguém ter conseguido quebrar o protocolo e ganhar a 'recompensa' de um economia de $140 milhões de dólares atesta claramente isso. Para o usuário final as unicas duas formas de perder seus bitcoins é por meio de atividade maliciosa: confiando seus bitcoins para pessoas ou serviços de terceiros inseguros ou fraudulentos, ou ter seu computador hackeado por um vírus de computador - ambos os problemas existem no sistema financeiro atual custando para a economia americana 50 bilhões de dólares por ano.
  4. Bitcoin (ainda) NÃO teve um aumento de uso massivo para fugir das sanções no Irã. Da mesma forma que a história do euro acima, este é outro meme que se espalhou pela internet toda muito rápido. Depois que a Business Week escreveu um artigo em novembro(29), Reason, Infowars, vários blogs de economia e por final a CNN deram força a história, simplesmente uma copiando parágrafos da outra sem fazer uma pesquisa ou certificar a veracidade da informação. Na realidade, a história do Irã tem sim um pingo de verdade, como existem sinais de aumento de atividade no Irã nos meses anteriores, mas em grande escala o Bitcoin está longe de causar algum impacto – no Google Trends, Bitcoin nem aparece nos gráficos do Iran. O que aconteceu aqui foi uma grande falácia jornalistica: a midia pegou uma história de um iraniano vendendo músicas por Bitcoins no CoinDL e erradamente extrapolou a história sobre iranianos trocando Bitcoin em massa. Não existe nada de errado em falar dos potenciais usos do bitcoin para evitar sanções em larga escala, mas é preciso ser cuidadoso para averiguar se é o que está realmente acontecendo.
  5. Bitcoin ESTÁ sendo usado para vender drogas em sites como Silk Road. Entretanto, bens e serviços ilegais, incluindo assassinos, pedofilia ou mesmo armas NÃO estão ganhando força significativa. O site de mercado negro Silk Road foi manchete a alguns meses atrás quando um artigo de Nicolas Cristin foi publicado, alegando que o site teve um volume mensal acima de $2 milhões. Focar no aspecto 'mercado negro' do Bitcoin é um hábito popular entre jornalistas, como mostra o senador americano Charles Schumer em junho de 2011 quando ele acusou o bitcoin de 'um esquema online de lavagem de dinheiro usado para ocultar a origem do dinheiro' na compra e venda de drogas. Mesmo hoje em dia artigos usam as palavras de Schumer como parte da introdução aos seus artigos sobre Bitcoin. Outros artigos, entretando, vão ainda mais longe; Um blog afirmou que "o fato de voce poder comprar drogas, armas e contratar assassinos com Bitcoin é incontestável" e outro vídeo mostra o Bitcoin como moeda para contratar prostitutas, armas, obras de arte roubadas e mais. Essas alegações são exageradas. O vídeo aifrma que "por um ponto Silk Road facilitou(?) o caminho para venda de produtos nocivos para os outros como armas, números de cartão de crédito roubados e coisa piores" - de fato, com o passar do tempo, as coisas mudaram para melhor. Números de cartão de crédito, pornografia infantil e assassinatos nunca foram permitidos no Silk Road e até mesmo no mais liberal dos mercados Black Market Reloaded começou a lentamento e reprimir atividades imorais - assassinos, pornografia infantil não podem ser mais achadas no site. Após polêmica crescente entre os usuários do site, o idealizador do Silk Road Dread Pirate Roberts, baniu armas no Silk Road no começo de 2012, movendo armas e afins para sites dedicados a isso. Entretanto, o site perdeu força e Roberts fechou a divisão de armas seis meses depois devido a inatividade. Armas não foram mais aceitas no Silk Road. A ameaça de assassinos é igualmente exagerada. Se você for a rede Tor procurar assassinatos, realmente existem alguns vendendo seus serviços por 5 a 20 mil dólares, normalmente pedindo Bitcoin como pagamento. No entanto, olhando mais a fundo ,essas contas de supostos assassinos não tem reputação nenhuma nos sites ou comentários e recomendações e eles nunca aceitam usar um serviço de custódia. Isso só pode apontar para uma conclusão: todos eles são scams/falsos. Não custa nada colocar um anúncio nesses sites e scammers podem simplesmente esperar até um cliente contata-los, e depois extrair o pagamento adiantado, tanto quanto puderem. Alguns desses golpes pode até ser vigilantes e policiais, deliberadamente minar qualquer confiança nos mercados negros para esses serviços em uma tentativa de proteger as vítimas potenciais.
É fácil entender por que tantos escritores têm cometido esse tipo de erros. É fácil cair na tentação de uma história interessante que vai gerar pageviews/acessos, especialmente quando muitas vezes há tão pouco incentivo para vasculhar uma verdade mais desinteressante. Para combater esses mitos, portanto, todos nós devemos ser vigilantes. Se uma determinada história é injustamente tendenciosa contra o Bitcoin, ou mesmo tendenciosa injustamente em seu favor, é importante trabalhar juntos para ter certeza de que a verdade sempre prevaleça - no primeiro caso, para não assustar desnecessariamente adeptos potenciais do Bitcoin, e em segundo caso, não decepcionar. Esperemos que, como a compreensão do público sobre o que é Bitcoin continua a aumentar, nós estaremos vendo muito menos alegações falsas, em 2013, e, com sorte, o Bitcoin estará livre para subir ou cair - espero que suba - pelos seus próprios méritos.
Fonte: http://bitcoinmagazine.com/common-misconceptions-about-bitcoin-a-guide-for-journalists/
Tradução DanielBTC - 25/01/13 - 02:33 PM Gostou? Faça uma doaçãozinha para: 1LmQ48jScXPpA2oQiW1eCrLqpMKgJwxPGh
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